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Arquivo para junho, 2010

Conclusões

Prefácio

“A inspiração desta mensagem me veio quando estava na cidade de Recife-PE no dia 07 de agosto de 2002, estava sentado debaixo de uma árvore vendo um grupo de irmãos de uma Igreja Evangélica se reunindo para começarem o culto do dia, foi quando uma simples e pequena folha seca caiu sobre mim, fiquei pensando que entre tantos outros lugares, foi ali que Deus permitiu que ela caísse e agradeço a Ele por isso. Espero que a mesma sirva para mostrar as pessoas o quanto somos pequenos diante de coisas que parecem insignificantes, mas que não são.

Antes de ler esta mensagem, pare e reflita o quanto a vida nos diz a verdade em tudo e que só aprendemos quando realmente queremos. Com as lições que ela nos oferece podemos ver bem melhor a realidade de tudo isso e tirar as nossas próprias conclusões, conclusões que nos dirão o quanto vale a pena viver, porque se estamos vivos é porque Deus nos escolheu para isso e o dom da vida  jamais pode ser desperdiçado. Que o seu coração sinta isso, e, nunca desista de lutar pelos seus objetivos hoje,  porque o terreno do amanhã, é incerto demais”.

Conclusões

Estava sentado num banco de uma praça, dia manso e tranqüilo, debaixo de uma árvore descansava, e então, algo falou ao meu ouvido.

Derrepente, uma folha seca cai sobre mim e me mostra a fragilidade da vida humana, que como ela, pode cair a qualquer momento quando soprada pelo tempo.

Mas o tempo que sempre passa, é mais um aliado para se esquecer as tristes lembranças. Comecei a olhar para esta folha, tão frágil aos meus olhos, mas perto dela, me senti fraco e vi que precisamos de uma raiz e um tronco para nos firmar nos galhos da vida, percebi que nem sempre o tempo apaga o passado, realmente tudo nessa vida passa, mas nem tudo se esquece e que as pessoas deviam se olhar mais vezes e ver como elas são parecidas, vi que de tanto amarmos somos cada vez mais rejeitados, percebi que, quanto mais damos carinho a alguém somos negados por isso, concluí que verdadeiramente o amor é sofredor, mas ainda bem que ele também é  paciente, que muitas vezes só amamos quem não nos ama e quem nos ama desprezamos, e muitas dessas vezes nos arrependemos por isso e que depois queremos ouvir delas as mesmas coisas,  mas infelizmente, só ouvimos o que não queremos. Às vezes até fugimos de nós mesmos, mas não conseguimos porque, quanto mais nos conhecemos, mais complicadas ficam nossas conclusões e nos tornamos uma incógnita diante de todos. “Concluí que a diferença entre nossa vida e morte pode estar em apenas um segundo de todo o tempo que se possa existir”.

Percebi que, quanto mais se elogi somos criticados, quanto mais nos dedicamos sempre haverá quem nos impeça de ir em frente e que quanto mais se diz: “eu quero”, mais se torna difícil. Aprendi que quando você se faz de desapercebido é porque você já viu e ouviu o bastante, que quando dizemos para uma pessoa que ela é inútil é porque já somos primeiro. Quando falamos que ela está sonhando alto, é como se tivéssemos destruindo todo um edifício, edifício esse que se chama “esperança”. Aprendi que quando choramos nos tornamos um ser humano de verdade, que quando se chega ao ponto de dizer a uma criança que ela não “vale nada”, é como se tivéssemos nos olhando diante de um espelho ao dizer esta frase… podemos então olhar para elas e refletir que a sua inocência misturada ao seu olhar são o que há de mais lindo neste mundo e então, chegamos a um ponto de pensarmos que somos fracos demais para tudo isso ou fortes demais para quase nada. Percebi que primeiro se faz a ação e depois as críticas, que nos tornamos alvos delas, mas isso, estou acostumado. Aprendi que muitas vezes necessitamos de ajuda e que essa ajuda pode vir de quem você menos espera e quem você esperava te ajudar, te dá as costas. Pensamos muitas vezes que o amor é injusto, saiba pois que tal pensamento é que é injusto demais, pois o amor só ama e nenhuma injustiça ele faz. Muitas vezes queremos estar mais certos do que os outros e é aí que muitas vezes erramos. Aprendi também que nós mesmos somos os nossos próprios acusadores diante de uma decepção, mas que tudo não passa de um pequeno erro que cometemos, porque quem nos acusa são nossos próprios atos, atos que podem falar tudo por você, mas que também pode te marcar por toda a vida. Aprendi que nem sempre as palavras são ditas em momentos adequados e depois de pronunciadas elas podem matar ou fazer viver, e em uma dessas pronúncias, ela pode destruir toda uma existência.

“Concluí então que, a vida é como uma folha seca, que quando cai jamais torna para o lugar. Por isso, amemos uns aos outros como Cristo nos amou e nos ama, que sempre possamos nos despedir das pessoas com boas palavras, porque pode ser a última vez em que as vejamos.”

Conclusão…

“Jesus é a nossa Raiz  cujo o “tronco” de nossas vidas está firmado para sempre!!!”

Jandson Souza

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